sábado, 24 de dezembro de 2011

Soneto livre de desabafo


Ciume doentio
É como uma cortina sobre a verdade
A mente distorce a realidade
E vê-se o que se quer ver.


Curar um amor ferido
Com uma noite de sexo com um desconhecido
Espero que traga alívio
E satisfação pro seu mundo pessoal.


Uma dose de tequila para amargar a alma
Uma de culpa para espantar a calma
Brindando a noite inteira... em claro.


Amanhã será outro dia
O primeiro de muitos outros que se seguirão
Ser palhaço, é diferente de pedir perdão.

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