segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

I just don't know what to do with myself...

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Oração

Bom dia ano novo! E que 2013 não seja apenas “mais um ano”. Que seja um ano de transformações, boas como 2012. Não sei como foi o 2012 de vocês amigos, mas o meu foi uma loucura! Um ano de expectativas, mudanças, decepções. Mas o mais importante, de experiências e superações. Aprendi a definir melhor os meus valores pessoais, a avaliar e corrigir meus erros, a ouvir a crítica e não interpretar mais NADA como sendo bom demais ou ruim demais... Aprendi a amar diferente, e que o amor só é válido quando faz bem pra outra pessoa. Aprendi a abri mão do que amo, pra que ela tenha um carinho que eu não possa dar. (Ainda ouço os latidos do meu pequeno Haru... =/ ) Aprendi também que relacionamentos não são eternos, e que não é o facto de ter feito uma tatuagem junto, morar junto, e mudar de cidade ou país, que vai selar uma relação a longo prazo. O importante é se sentir bem, amar e ser amado de forma a completar a vida de outro alguém e não ser apenas um título ou obrigação pra ela. Cresci. Soube olhar no espelho e enxergar além do que meus olhos pudessem ver, e gostei do que avistei: um Junior novo e pronto. E forte. Minha fortaleza estava dentro de mim mesmo, e não desisti. Meus planos não eram por orgulho, mas por ambição; no bom sentido da palavra. E o mundo não acabou, e apesar de não poder falar o mesmo do meu dinheiro, só me motivo a querer mais e correr atrás disso. E espero não me perder no caminho... e como me perdi esse ano! Tudo mudou. Vim parar num pais completamente diferente, com pessoas diferentes, rotinas, comida, humor... enfim, entrei em guerra com minha cabeça e mesmo minha mente estando um caos, consegui. Sobrevivi. E cá estou, pronto. Manda mais. Sai do emprego, deixei a família, os amigos; comecei um mestrado, perdi um grande amor... Aprendi a amar o Brasil. E quem diria, aquela vontade incessante de sair correndo da minha própria pátria finalmente se calou e com ela uma saudade, admiração e um carinho especial intocável que sempre terei. E o orgulho? Ah, ninguém fala do meu Brasil, se eu quiser, falo bem, mal, porque ele é meu. E fim, ninguém mais fala e pronto! Também não poderia deixar de mencionar as pessoas magnificas que deixei pra trás e morro de saudades. Muitos já nos afastamos pela distancia e pelos desencontros nas redes sociais, mas nossos corações continuam unidos e eu sinto isso. Incrível foi chegar aqui e achar que não encontraria ninguém. E mais uma vez me surpreendi com as pessoas incríveis! Brasileiros, portugueses, pessoas das mais variadas classes e lugares que completaram e coloriram o meu ano de forma a me sentir “em casa”. E mesmo passando natal e ano novo por aqui, cercado de pessoas queridas, aprendi que a saudade de casa é pra sempre, e que amo minha família mais do que imaginava. E que prefiro natal e ano novo sem chuva e frio. Saudades das noites de verão do Brasil e outras coisas que só lá existem, em contra partida, não quero, pelo menos agora, abrir mão da vida na Europa. Então, fico quieto e apenas desejo que tudo se resolva pro meu lado e logo consiga me manter bem e que encontre meu caminho por aqui, e que se for pra voltar, seja por vontade própria. Com os pés no chão, cabeça nas nuvens, família no coração e fé em Deus, começo a construir um novo futuro. Que venha 2013 e que assim seja! Amém!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

La Noyee d'Amelie

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Hurts Like Heaven







Written in graffiti on a bridge in a park

'Do you ever get the feeling that you're missing the mark?'

It's so cold it's so cold

It's so cold it's so cold


Written up in marker on a factory sign


'I struggle with the feeling that my life isn't mine'


It's so cold it's so cold


It's so cold it's so cold






See the arrow that they shot


Trying to tear us apart


Took the fire from my belly and the beat from my heart


Still I won't let go


Still I won't let go






Of you- ooh ooh


'Cause you do


Oh you use your heart as a weapon


And it hurts like heaven






On every street every car every surface are names


Tonight the streets are ours and we're writing and saying


Don't let em take control


No we won't let em take control






Yes I feel a little bit nervous


Yes I feel nervous and I cannot relax


How come they're out to get us?


How come they're out when they don't know the facts?






So on a concrete canvas under cover of dark


On a concrete canvas I'll go making my mark


Armed with a spray can soul


I'll be armed with a spray can soul






And you ooh ooh


You ooh ooh


You use your heart as a weapon


And it hurts like heaven...

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Blue Jeans

domingo, 16 de dezembro de 2012

Verbalize

Eu devorei
O prato que a vida me preparou pra ser degustado
Eu me encostei
Parasita em sua pele crua e fervendo
Eu escrevi
As linhas que diziam tudo o que você queria ouvir
Me assustei
Ao ver o melhor pedaço em seus dentes antes de engolir
Em sua boca eu fiquei
Joguei a isca e acabei como peixe fisgado

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Incontestável

Eu sou apenas alguém ou até mesmo ninguém
talvez alguém invisível
que o admira a distância sem a menor esperança
de um dia tornar-me visível

E você?
você é o motivo
do meu amanhecer
é a minha angustia
ao anoitecer

você é o brinquedo caro
e eu a criança pobre
o menino solitário que quer ter o que não pode
dono de um amor sublime
mas culpado por quere-lo
como quem a olha na vitrine
mas jamais podera te-lo

Eu sei de todas as suas tristezas
e alegrias
mas você nada sabes
nem da minha fraqueza
nem da minha covardia
nem sequer que eu existo
é como um filme banal
entre o figurante e a ator principal
meu papel era irrelevante
para contracenar
no final.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Hoje é o dia

Hoje é o dia em que acordo e não sei o que fazer.
O tempo passa voando sem que eu faça nada e me sinto normal.
- Como estás? - Tu perguntas.
- Normal. - Respondo.
Minha vida de uns 6 meses pra cá tem sido um constante "normal".
Como se não bastasse o frio,o tédio, o amargo da vida, a fome, a preguiça, eu ainda tenho que aguentar e saber me segurar.
Me restrinjo, me humilho e me despedaço hoje.
Sempre simplório, me contento com medíocres produtos que, ao serem adquiridos, apetece o consumismo imediatista que anestesia a sensação de vazio.
É, apenas normal. Apenas.