quarta-feira, 4 de maio de 2011

Lady Gaga

Uma das artistas conteporaneas que mais me surpreende é a Lady GaGa.
Performista, cantora, multiintrumentista e muito, muito inteligente.
Entrou na mídia como qualquer outra cantora pop.
Fiz uma imagem, vendeu canções bobas. Conquistou aquele espaço... de
mais uma. Mas foi esperta, aproveitou uma dependência do mercado...
Não fonográfico em si. Mas uma carência na cultura pop!
Ela criou, ousou, copiou, mesclou... Fez um coquetel de videos,
musica, batidas, imagem, moda... a definiria como Multi-Cultural.
Mais um clichê? Discordo.
Ela pderia ter feito como as outras, mas não... Polêmica, sim,
bastante e obrigado.
Quanto mais popularidade, melhor.
Acredito inclusive, que não exista ser nenhum humano vivo provido de
qualquer meio de comunicação que não a conheça... ou tenha ouvido
falar.
Cheia de contatos, conquistou amor e/ou ódio de todos os demais. Esse
mercado saturado, tem uma opinião. Não há pessoas apáticas a respeito
dela... ou gostam, ou não. E isso sim é ser esperta, é passar pela
fama e escrever seu nome, não em uma calçada, mas na história e na
mente de todos que viveram aquela geração.

Segue um ensaio em que ela participou recentemente e eu acho muito legal.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Será que com a morte de Bin Laden o mundo estará mais seguro e tranqüilo?

A notícia da morte de Bin Laden por uma tropa de elite americana pegou o mundo de surpresa, na manhã desta segunda feira, 2 de maio de 2011.
Uma onda de boatos e especulações sobre a lendária figura e suas ações terroristas, espetaculosas contra alvos americanos, varreu o globo.
A mais emblemática e celebre foi o ataque as torres gêmeas em 11 de setembro de 2001.
Dez anos depois do maior revés sofrido pelos americanos, nesta guerra diuturna contra o terrorismo, a forra veio como uma vingança tardia.
O alivio no mundo acidental foi evidente. As bolsas subiram, o dólar subiu, o preço do petróleo caiu, e as comemorações populares nos EUA não pareciam adequadas e condizente com o respeito que se deve aos mortos, mesmo se considerarmos que se referia ao maior líder terrorista destes nossos conturbados tempos.
Afinal diz o ditado que não se chuta cachorro morto, e sugere o bom senso que não devemos tripudiar sobre um defunto, ou quente ou frio.
A reação da sociedade americana, partindo principalmente de jovens, que ainda eram crianças quando o Império contra atacou, tem uma explicação simples e razoável.
Mostrou como a ação planejada e comandada por Bin Laden permaneceu como osso atravessado na garganta dos americanos, por uma década, menos pelas mortes de conterrâneos, e mais como um humilhante e fatal golpe no orgulho yankee.
Enquanto isto o mito Bin Laden crescia. De um lado, ao não ser alcançado pelo braço longo e justiceiro do tio Sam, e do lado mulçumano, o do homem que havia imposto o mais duro golpe que se tem noticia ao ?grande satã?.
A capacidade de Bin Laden escapar por tanto tempo de todas as investidas dos Estados Unidos da America, consolidou a idéia da sua incolumidade. Só poderia, segundo a visão mulçumana, estar sobre a proteção de Alá.
Entre os boatos, apareceu, a possibilidade de uma farsa criada pelos americanos para por fim a sua incompetência.
Aquela teoria antiga de que o onze de setembro foi uma farsa também voltou com força. Nunca a levei a serio. Apenas porque ela não faz nenhum sentido. Porque criar-se uma dramaturgia tão cara e dolorosa ao povo americano a pretexto de justificar a invasão do Afeganistão, se nós sabemos que os EUA não precisam de pretexto ou de maiores justificativas para invadir, com seu formidável arsenal tecnológico quase todos os países do mundo.
Digo quase, por que ele não se arriscaria contra uma China ou uma Rússia, por exemplo, mesmo se tivesse todos os motivos do mundo.
Falam que Bin Laden não foi morto, alegando que não era justificável se livrar do corpo assim tão rapidamente.
Neste sentido podemos também fazer nossas especulações. E se ele foi morto e não jogado ao mar, mas congelado num freezer para defuntos?
A afirmação de que jogaram o corpo ao mar, teria neste caso o objetivo de se evitar sua tentativa de resgate, e da possibilidade de transformar seu corpo num motivo de peregrinação.
Para os Estados Unidos o mito do homem cruel e invencível esta morto, e neste sentido qualquer sujeito que aparecer a partir da notícia de sua morte, se identificando como Bin Laden, será apenas mais um sósia maluco.
A vingança ou a justiça, como queiram foi levada a termo e lavou a honra americana. Mas para o povo mulçumano será que o mito morreu? Ou será que nasceu um novo profeta para bradar aos quatro ventos, pela guerra santa contra o grande satã?
Quem sabe se uma voz soprada pelos ventos do deserto, não levará aos povos sofridos do oriente médio, a proposta de, não sete, mas cem virgens, como prêmio pela morte honrosa.
O corpo de Bin Laden neste caso, ou jogado ao mar, ou congelado num freezer, estará como um fantasma barbudo e vestes mulçumanas, a comandar agora uma tropa, não de terroristas, mas de fanáticos religiosos armados até dentes com seu ódio milenar, e todos os tipos de armas conhecidas, convencionais ou não. Até mesmo algum missel nuclear contrabandeado e destinado a levar a sua guerra santa para a era da mais alta tecnologia.
Ou talvez não. Que pode saber?

fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/05/490289.shtml

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Imprudência

Acho que devo ser muito careta!
Ou devo valorizar demais minha vida e os meses que passei "estudando" e esperando minha habilitação ficar pronta, as aulas e as tantas vezes que tive que voltar na auto-escola pra ficar passando a digital (porque o sistema do DETRAN é uma merda!)...
Ontem, voltando do litoral para Mogi das Cruzes, fiquei no ponto esperando o onibus.
Eis que surge do meio do nada uma daquelas vans brancas fretadas.
Eu até pensei em responder que não ia pra minha cidade por medo(primeira coisa que pensei foi: eles vão me largar no meio do nada, me assaltar e no pior das hipóteses, me dar um tiro), mas como estava acompanhado, a pessoa respondeu "sim".
Acabei entrando.
Ai começou a série de imprudencias!
Primeiro o cara (motorista), para burlar e não passar pelo posto de guarda, fez um retorno sentido Riviera e voltou para a Mogi-Bertioga... pelo acostamento!
Isso porque a velocidade máxima permitida era 40km/h e ele já estava a 90.
Depois disso, uma série de eventos ocorreram.
Música alta, contra mão, curvas acentuadas, excesso de velocidade, celular na mão, bebida alcooólica, ultrapassagens pelos acostamentos e pela direita, ausência de cinto de segurança... daria pra ele levar uns 70 pontos na CNH!
Não sei como as pessoas podem usar esse tipo de transporte, sendo que o custo-benefício acaba saindo caro demais.
Tá que chegamos BEM mais cedo do que se tivéssemos vindo de ônibus, mas será que vale REALMENTE a pena economizar esse "tempo" e alguns R$3 ou R$4 no máximo e colocar a vida em risco?

terça-feira, 22 de março de 2011

Festas, metrô e pornôs

Quando eu tinha dez anos de idade, minha mãe não me deixava fazer nada, alegando que eu era muito novo; não via a hora de completar doze anos; era esse o meu limite de maioridade. Também tinha uma vontade doida de experimentar um cigarro, quando andava a na rua e tinha alguém fumando, até respirava mais fundo!

Mas foi aí que eu fiz os tão esperados doze anos de vida e percebi que ainda não podia fazer tudo o que queria, não podia ir pra festas, não podia pegar o metrô sozinho e nem podia alugar vídeo pornô na locadora. Foi aí que eu entendi que a meta era os quinze e não os doze anos, todos os meus primo de quinze, já pegavam metro, iam a festas e alugavam pornôs.

Depois de muito me lascar na vida, de muito chorar por não poder ir as tão sonhadas festas com os meus primos, eu fiz TREZE anos; a idade nunca passa no momento certo.

Aí eu fui desencanando deste assunto, percebendo que a vida era mais que isso, quando do nada o quinze me bate na porta e eu percebo que já podia fazer tudo o que sempre sonhei, alugar pornô, ir a festas e pegar o metrô.

Mas aí eu não fui em muitas festas, não tinha graça nenhuma em andar de metrô sozinho e em alugar filme pornô eu nem pensava mais, as pornografias da internet já tinham me consumido por completo, o cigarro eu experimentei e foi vício a primeira tragada, mas não era tudo que imaginei aos dez anos de idade, esperava mais, que ele me deixasse forte, mais lúbrico. Mas nada aconteceu, só que não vivo mais sem ele.

Agora estou com vinte e um anos de idade e quero voltar a ter dez, quero não me preocupar com a faculdade, quero assistir desenho de manhã e não ter que trabalhar pra ganhar dinheiro; quero voltar a ser criança e continuar a sonhar, com as festas, metrô e pornôs!


Por Maurício Bueno

segunda-feira, 21 de março de 2011

Gordura e Flacidez



Acordei.
Olhei pelo espelho do banheiro procurando fazer a cara mais apresentável possível.
Com meu café da manhã tomado e dentes escovados, comecei a pensar na roupa pra ser usada.
Minha calça jeans preferida... apertada!
Tive que colocar uma outra velha, surrada e quem nem gosto mais.
Minha camiseta “retrô” que tanto curto... apertada. Uma básica mesmo então, não é mesmo?
Até minhas cuecas andam me incomodando recentemente...

Mais uma vez no espelho e vejo o que? Gordura e flacidez.
Oh, não! Como se não bastassem os fantasmas do passado, as terapias, as bulimias e minha adolescência toda numa incansável busca do corpo perfeito, e agora estou assim... tudo em vão!
Que injustiça! Batalhei tanto, entrei em academias, utilizei WHEYs, BCAAs e até cheguei a comprar creatina. E os shakes? Ah, foram tantos.
Anorexia talvez?
Que nada! Minhas calças estão apertadas, os zíperes abrem sozinhos todas as vezes que ando ou sento. As camisetas delineiam as protuberâncias da dobras da minha pele.
As pessoas falam que eu cresci, estou maior no sentido de mais adulto, mas na verdade, no fundo elas querem dizer: GORDO!
E é assim. Vivemos em um mundo em que o modelo de beleza é ter aquele abdômen definido em gominhos...
Confesso que com meus 23 eu já cheguei até a pensar em intervenções cirúrgicas.
Enquanto escrevia esse texto, me dei conta que comi uma barra de chocolate “Suflair” e agora vou correr pra academia só pra me sentir menos culpado.

Vida cruel.

sábado, 19 de março de 2011

Cismei que quero comprar uma bota...

Tudo começou quando recebi uma revista de uma famosa rede de loja do ramo de calçados, com a Camila Pitanga na capa. Revista bem produzida, material bom e bem embalada (digo iso levando em consideração de que moro em uma cidade chuvosa)...
Guardei a revista e só fui ve-la durante a noite.
Pra quê? Pra sentir menos peso na consciência antes de joga-la fora.
Então eu cismei que queria comprar uma bota!
Eu nem sei porque, nem gosto de botas.
mais uma vez o meu lado consumista está despertando esse desejo descontrolado de comprar, e comprar e comprar de novo...
Será que isso não tem fim? Essa vontade de TER as coisas desesperadamente?
Será que nunca vou pensar: Ah, não quero comprar nada? Ai meu salário que sobrar das contas e deveres, ser direcionado apenas à poupança?
Não, isso não existe! O lance é gastar!
E que venha a bota nova...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Hoje eu acordei pegando fogo... (6)

sábado, 5 de março de 2011

Indicação de Vídeos

Sobre o Carnaval...




Sobre o Governo...




Sobre os Bancos...












E esse sobre... e esse porque eu gosto mesmo! rs...